sexta-feira, 29 de maio de 2015

Atividade de leitura, promovida pela formanda Maria de Fátima

Fundação Imaculada Conceição, 28 de maio de 2015

AtividadeA educadora, nossa formanda, decidiu fazer um pequeno projeto dedicado à temática, tendo sido o motor de arranque a leitura do livro “O livro dos porquinhos”. Partindo desta leitura tentou despoletar várias questões e ao mesmo tempo um leque de atividades enriquecedoras, cujo desenvolvimento ficou e ficará (como sempre) a cargo das crianças. Portanto, a atividade apresentada consiste na explanação pelas crianças, com a ajuda e o incentivo da educadora, de todo o trabalho realizado, desde o dia 18 de maio até ao dia da apresentação.
Pretende continuar com este projeto. 

Público-alvo: 15 crianças: 7 de 4 anos, 4 de 5 anos e 4 de 6 anos, eu e uma auxiliar.

Objetivos da atividade observada: O projeto tem vários objetivos divididos por atividades / temas, a que foi apresentada teve como objetivos: o reavivar da memória das crianças - tiveram de contar a história dos porquinhos e recordar os trabalhos já realizados - promoção do diálogo e discussão entre as crianças.              


Trabalhos realizados

Momento da apresentação.
  
Durante a apresentação as crianças foram recordando os trabalhos realizados, algumas chegaram inclusive a apontar para os que estavam expostos, e fazendo comentários muito pertinentes acerca do que acham ser o papel da mãe e do pai. A formanda e educadora foi colocando algumas questões às crianças, alertando para a importância da igualdade entre homens e mulheres, meninos e meninas. Todos /as participaram de forma ativa. 

A sala estava toda decorada com os trabalhos já realizados: desenhos e recortes. 

Nota: partes deste texto foram retiradas da planificação da formanda.                                                                    

Obrigada, Maria de Fátima!

Atividade de leitura, promovida pela formanda Conceição Freitas

Fundação Imaculada Conceição, 28 de maio de 2015


Atividade: leitura do “Livro dos Porquinhos” de Anthony Browne. A formanda recorre a miniaturas de objetos típicos de qualquer lar, nomeadamente os que auxiliam as tarefas domésticas, para dramatizar partes da história e captar a atenção do grupo.  Depois da leitura e diálogo voluntário por parte das crianças é lançada a questão: O que é que eu faço em casa (tarefas) para colaborar? Depois do diálogo e debate cada criança regista numa tabela de dupla entrada as tarefas que já realiza em casa (por exemplo: ajudar a por a mesa, fazer a cama, etc.). Para facilitar a leitura da tabela, cada criança escreve o seu nome numa tira de cartolina, tantas vezes quantas tarefas registou, e cola no gráfico de barras por cima de cada imagem que corresponde à tarefa ou tarefas que realiza em casa. Por fim, tiram-se conclusões acerca de como colaboram em casa com a família e quais as tarefas preferidas e preteridas destas crianças. A formanda e educadora vai mostrando que não problema nenhum de meninos e meninas, pais e mais, fazerem o mesmo tipo de tarefas, enfatizando que é importante dividir o trabalho em casa.

Público-alvo: A maioria destas crianças (12) são finalistas do pré escolar, transitando no próximo ano lectivo para o 1º ciclo do ensino básico, outras seis tê apenas cinco anos.


Objetivos: Objetivo principal: análise e reflexão / debate das questões de género e cidadania, nomeadamente no que respeita aos papéis de género e divisão de tarefas domésticas.                                                                                                          
Leitura e dramatização por parte da formanda.

Jogo.

A formanda conseguiu captar a atenção das crianças durante a leitura. Tanto que participaram ativamente durante e no tempo de debate e realização do pequeno jogo. Houve preocupação com a desconstrução das estereotipias de género.

Nota: partes deste texto foram retiradas da planificação da formanda.     
                                                                                  

Obrigada, Conceição!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Jogo de papéis (role playing), promovido pela formanda Guida Jerónimo


Fundação Imaculada Conceição, 15 de maio de 2015


Atividade: Algumas crianças apresentaram os desenhos que fizeram para oferecer ao pai e à mãe nos respetivos dias, salientando as características físicas e psicológicas de cada um / a. E outras representaram a profissão do pai ou da mãe de formal teatral. A atividade decorreu em 3 fases: presente para o pai e descrição física e psicológica; presente para a mãe e descrição física e psicológica; representação e / ou dramatização de uma das profissões dos pais. Apesar de as fases 1 e 2 já terem sido realizadas foram apresentadas pelas crianças.

Público-alvo: grupo de 13 crianças, sendo composto por 6 meninas e 7 meninos do 4º ano de escolaridade que frequentam o ATL.


Objetivos: estimulação da reflexão das crianças no que diz respeito à temática das desigualdades nos papéis de género, assim como a clarificação das mesmas; promoção de debate assente na experiência que tiveram na atividade de forma a corrigir comportamentos estereotipados que possam ter evidenciado no decorrer da sua participação.


Presentes (o bordado com a inicial do nome da mãe foi realizado por rapazes e por raparigas)



Desenhos apresentados pelas crianças, oferecidos como complemento aos presentes acima referidos

As crianças apresentaram os seus trabalhos de forma organizada e muito completa, evidenciando de forma clara o que pensam do pai e da mãe. Durante esta apresentação a educadora (nossa formanda) foi questionando as crianças e fazendo com que refletissem acerca dos papéis de género e da divisão das tarefas domésticas -  perguntando, por exemplo, o que cada pai e cada mãe fazia dentro e fora de casa e de forma mais ampla o que as crianças pensavam das diferenças entre homens e mulheres (estes elementos foram registados pela formanda e serão utilizados para avaliação da atividade). As mesmas questões foram colocadas no momento da dramatização de papéis. 

O tempo de debate em grupo acabou por ser um pouco mais curto, porque alguns pais e mães vieram buscar as crianças mais cedo.

Mas o mais importante é que as crianças apresentaram a temática de forma divertida e evidenciaram flexibilidade para a desconstrução de estereótipos de género.

Nota: partes deste texto foram retiradas da planificação da formanda.     

Obrigada, Guida! 

Dinâmica lúdico pedagógica, promovida pela formanda Ana Teresa Brás

Fundação Imaculada Conceição, 15 de maio de 2015

Atividade: Os alunos e as alunas foram convidados a dispor-se no chão, sentando-se em círculo. A formanda explica o jogo “Para o homem? Para a mulher? Ou para quem quiser?”, que pressupõe a passagem por cada interveniente de uma caixa que contem pedaços de papel com frases inscritas, evidenciando determinados atributos, características humanas. Cada qual retirou um papel, leu em voz alta e classificou o referido comportamento de feminino, masculino ou feminino e masculino. Seguiu-se um debate individual de cada intervenção, com registo das opiniões proferidas. 


Público-alvo: grupo de 11 crianças, 8 delas (5 raparigas e 3 rapazes) no 2º ano (nascidas em 2007) e as restantes 3 (raparigas) no 3º ano (nascidas em 2008). 

Objetivos: promover o diálogo e a discussão; identificar o modo como as crianças definem os papéis sociais de género; desconstrução dos estereótipos de género.




No final do jogo, o grupo assistiu à projeção de um vídeo "O sonho impossível?", uma animação infantil sobre igualdade de género, que apresenta a rotina diária de uma família. Este vídeo foi utilizado para reforçar e consolidar as ideias já questionadas e debatidas. 


A formanda  entregou uma ficha às crianças, que preencheram na hora, que servirá de suporte à avaliação da ação desenvolvida. Durante o preenchimento ouviram a canção: Igualdade de Género.

Durante a atividade as crianças participaram, partilharam ideias com os / as colegas e com a educadora e refletiram em conjunto a questão dos papéis de género dentro e fora de casa. 

Nota: partes deste texto foram retiradas da planificação da formanda.     

Obrigada, Ana Teresa!

Atividade de leitura, promovida pela formanda Raquel Lourenço

Fundação Imaculada Conceição, 15 de maio de 2015


Atividade: Leitura da história “A princesa baixinha”. Nesta história a princesa quer mostrar aos aldeões do seu reino que é valente e por isso vai correr mundo e combater tal como fez o seu avô que era um grande rei. A formanda contou a história, sempre com boa entoação, com o propósito de alertar as crianças para os papéis de género. Nem só as pessoas altas podem ser princesas ou príncipes, como nem só os homens podem correr mundo e combater. 


Público-alvo: crianças do 1º ano, cinco rapazes e quatro raparigas, e 3 crianças do 3º ano, três rapazes que frequentam os tempos livres (no dia da apresentação o grupo ficou reduzido a 8 crianças do 1º ano, como é possível confirmar na imagem abaixo).


Objetivo: promover o diálogo e a discussão durante e após a leitura da história.                                                                                                                         

                                                                                   


No final da história as crianças foram convidadas a falar um pouco sobre o que acham que são tarefas dentro e fora de casa de homens e mulheres. Depois de abordada a questão em relação a cada criança e sua família, a formanda tentou saber o que pensam que acontece noutros contextos e noutras famílias.




As crianças participaram bastante durante e após a leitura da história, iam atribuindo papéis interessantes a homens e a mulheres. A formanda, e sua educadora, estava atenta e sempre que os mesmos refletiam estereotipias aprontava-se para as desconstruir. 

Nota: partes deste texto foram retiradas da planificação da formanda.     

Obrigada, Raquel Lourenço! 

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Primeira atividade

A primeira atividade decorreu ontem na Escola da Lageosa, levada a cabo pela formanda Cristina Salvado.



Tema: Trajetórias Profissionais e Género

Objetivos:
  • Reconhecer que as razões que contribuem para a assimetria entre homens e mulheres em posições de poder e de tomada de decisão são de natureza multifacetada;
  • Discutir no âmbito deste (re)conhecimento o papel do género como elemento moderador das opções relativas às trajetórias profissionais;
  • Refletir sobre ações que possam fomentar uma posição de paridade entre mulheres e homens nos cargos de exercício de poder e de tomada de decisão.
 Público-alvo: estudantes do 10º ano 




Participaram 16 jovens, 12 rapazes e 4 raparigas e a atividade correu muito bem! Acabámos depois da hora e ficou a promessa de continuar a discussão na próxima aula.
Parabéns Cristina!